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Atlantic Games 2022 – Viana do Castelo

Com três velejadores no pódio na modalidade de vela - Carlos Mafuta (1º classificado na classe Optimist), Julia Rodrigues (2ª classificada feminino em Laser Radia) e Beatriz Nunes (3ª classificada feminino em Laser 4.7) - os velejadores da Associação Naval do Guadiana, em representação do Baixo Guadiana, coroaram de êxito a participação deste território nos ATLANTIC GAMES 2022 – VIANA DO CASTELO.


Começou pois, da melhor maneira, a participação do Baixo Guadiana no lançamento dos JOGOS NÁUTICOS DO ATLÂNTICO - 2024, que terão lugar no território do BAIXO GUADIANA, numa organização conjunta dos municípios do território, nomeadamente, Vila Real de Santo António, Castro Marim, e Alcoutim, por parte portuguesa e Isla Cristina e Ayamonte por parte Espanhola.

A delegação de desportistas dos cinco municípios regressam hoje após a brilhante participação.


Além da participação dos desportistas e técnicos, estiveram também presentes nos atos oficiais e na cerimónia de abertura a Exma. Alcaidessa de Ayamonte e representantes das restantes localidades que em 2024 vão organizar os jogos.

Estão de parabéns os 5 municípios que tornaram possível esta participação, e que meteram mãos à obra para que 2024, seja a melhor edição de sempre dos JOGOS NÁUTICOS DO ATLÂNTICO - ATLANTIC GAMES 2024 - BAIXO GUADIANA.


De realçar a excelente receção de que a delegação do Baixo Guadiana foi alvo por parte da Câmara Municipal de Viana do Castelo, cujo investimento nos desportos náuticos e, nomeadamente, em infraestruturas de quatro Centros de Alto Rendimento - Vela, Canoagem, Remo e Surf - transportaram a cidade para a ribalta da náutica ibérica e que fazem inveja a qualquer cidade ribeirinha, num integro aproveitamento das condições naturais do território.

Existe a convicção entre os componentes da nossa delegação que temos as condições naturais, organizativas e de experiência acumulada, para que 2024 seja uma edição marcante, pela qualidade organizativa, pela elevada participação e pelas excelentes condições naturais do território, que lancem definitivamente o BAIXO GUADIANA para a ribalta da náutica desportiva e recreativa.


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